26.9.05

Poema sumário das tabernas de Lisboa

Rua se São Marçal n.º 56, rua de Campo de
Ourique n.º 39, rua de São Bento n.º
432, rua da Cruz dos Poiais n.º 25ª. Calçada
do Combro n.º 38B, rua da Atalaia n.º 13,
rua de São Miguel n.º 20, rua da
Rosa n.º 123. Travessa do Conde de Soure n.º 7,
travessa dos Remolares n.º 21, rua do
Jardim do Tabaco n.º 3, rua da Regueira n.º 40,
rua das Escolas Gerais n.º 126, rua de Santa
Catarina n.º 28. Largo do Chafariz de Dentro n.º 23,
rua Sampaio Bruno n.º 25, travessa de São
José n.º 27, beco dos Toucinheiros n.º 12-A. Rua
Cidade de Rabat n.º 9, travessa do Alcaide
N.º 15-B, calçada de São Vicente n.º 12,
rua das Flores n.º 6, travessa da Espera n.º 54.

Praça das Flores n.º 5.


Manuel de Freitas

Manuel de Freitas nasceu em 1972, no Vale de Santarém, tendo publicado o seu primeiro livro de poemas em 2000: Todos Contentes e Eu Também, Campo das Letras. Em 1999 havia já publicado A Noite dos Espelhos, na editora frenesi, um breve ensaio sobre a poesia de Al Berto. Poeta de invulgar proficuidade, escreve regularmente sobre livros no semanário Expresso e tem colaboração dispersa em várias revistas literárias portuguesas. É um dos directores da revista Telhados de Vidro, publicação da editora Averno que o próprio dirige. Em 2002 organizou a antologia Poetas sem Qualidades, obra breve que acabaria por contribuir para uma acesa polémica sobre os trilhos da poesia portuguesa surgida na década de 1990.

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