2.7.08

BOA NOITE

Jorge e Mécia de Sena.

9 Comments:

At 6:12 da manhã, Anonymous Anónimo said...

http://lobos-imortais.blogspot.com/

 
At 9:52 da manhã, Blogger LB said...

Olha, um dos meus casais preferidos são o Nabokov e a mulher Vera. Encontrei uma fotografia porreira aqui :) Acho este casal fascinante em todos os aspectos: a longevidade da relação, que foi desde um período de pobreza até à fama, e a intensidade também, pois colaboravam no trabalho. Nabokov não sabia conduzir e era Vera quem o levava em distâncias enormes pelos EUA à procura de borboletas e levava uma arma de fogo para se defenderem. Salvou os primeiros esboços de Lolita das chamas que Nabokov atiçara ao manuscrito (curiosamente, a mulher de Dostoiévski também era deste género). Todos os livros de Nabokov são-lhe dedicados. É uma espécie de casal literário modelo para mim. Ainda por cima, discretos e recatados. Abraço Henrique

 
At 9:55 da manhã, Blogger LB said...

Estranhamente, a imagem aparece pequenina :( Também há outras fotografias giras, numa delas estão os dois a jogar xadrez. vou enviar-te por e-mail.

 
At 9:55 da manhã, Blogger LB said...

Bolas, não dá para gravar a imagem. Bem... esquivo este casal nabokov...

 
At 11:35 da manhã, Blogger hmbf said...

Lourenço, já encontrei as tuas sugestões. Todas muito boas. Grande abraço,

 
At 11:55 da manhã, Anonymous João said...

Opa, a Mécia não era nada feia :)

 
At 11:58 da manhã, Blogger hmbf said...

Esta foi oferecida pelo Rui Almeida.

 
At 3:18 da tarde, Blogger rui said...

Esta foi sacada desse monumento à poesia portuguesa do séc. XX q é o número especial da Phala "Um século de poesia (1888-1988)"

 
At 12:00 da manhã, Anonymous Anónimo said...

A Mécia de Sena é filha do compositor portuense Armando Leça (n. 1893) e irmã do também espantoso ensaísta e estudioso Óscar Lopes. Penso que também era afilhada do compositor Óscar da Silva (1870-1958), que aliás escreveu uma ópera em português chamada "D. Mécia".
Vive em hoje em S. Bárbara nos EUA e é uma personalidade admirável.
Do Jorge de Sena não é preciso dizer mais: gosto da "Arte de Música" dele-
"Nunca perdoarei o que esta música provocou em mim"- último verso do poema "La Cathédrale engloutie".
E isto é bem verdade.

SL

 

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