1.2.06

No entanto

A dúvida que me assalta agora é outra: tomemos de princípio que um crítico não deveria mesmo poder escrever sobre os livros dos amigos nas páginas do jornal onde trabalha. Que dizer dos livros dos inimigos? Explico-me: se um crítico não puder escrever sobre os livros dos amigos nas páginas dos jornais, deverá poder fazê-lo se se tratar do livro de um inimigo? Ou estamos nós a partir do princípio de que no meio literário só há amigos?

4 Comments:

At 10:45 da manhã, Anonymous Mário said...

O problema não tem a ver com escrever sobre amigos ou inimigos, tem a ver com a honestidade de quem escreve. Quando se analisa uma obra não há amigos, inimigos, há autores e estes deem valer pela obra produzida (como já se escreveu noutro blog). Claro que isso implica aborrecimentos certos e até criar inimizades violentas, por isso é que muitas vezes se evitam esses caminhos.

 
At 10:51 da manhã, Anonymous hmbf said...

Caro Mário, isso é precisamente o que eu tenho dito. Você diz que isso já se escreveunoutro blog? Bem, eu fopi logo a primeira coisa que escrevi: http://antologiadoesquecimento.blogspot.com/2006/01/toupeiras-h-muitas.html. Sendo assim, estamos radicalmente em concordância. Obrigado pelo comentário. (Já agora, e esse álbum de fotografias? Sai ou não sai?)

 
At 11:20 da manhã, Blogger Luís N said...

Boa argumentação, pelo absurdo!

 
At 2:11 da tarde, Anonymous Mário said...

er..... (auto-flagelações diversas)

Agora que já consegui estabilizar o blog, vou tratar do album !

 

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