30.11.06

Passamos grande parte da vida a negar impulsos, a criar barreiras entre o que somos e o que devemos ser. A infelicidade advém muito desta negação, sendo a sua consequência mais evidente aquilo a que vulgarmente chamamos de solidão. A solidão não é sentirmo-nos sós, a solidão é antes o corolário da negação de nós mesmos. A solidão é a negação do eu, o homem só é aquele que se nega entre os outros que o rodeiam.

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