4.1.07

Ritos

Bolo de Arroz

Logo na Primeira Lição da Bhagavad-Guitá (tradução de António Barahona, edição Relógio d’Água), Sandjaya disse: «(...) nenhum antepassado sobrevive / sem os ritos da água e das bolas d’arroz». O mesmo se passa comigo.

5 Comments:

At 10:05 da tarde, Blogger Vitor_Vicente said...

Foda-se, agora que vi esses saudodos bolinhos de arroz, até me fiquei com água na boca! Há que séculos que nao dou uma dentada num dos ditos...

Aqui em Barcelona só há bolarias pós-modernas. Valham-me as ensaimadas para esquecer a bela da vida castiña. :(

 
At 10:32 da tarde, Blogger Ana Cláudia Vicente said...

Bolinhos de arroz, gosto tanto. A minha abordagem é sempre a mesma:

a)tirar o círculo de papel da base;
b)tirar a fita de papel que o cinge;
c)aproveitar o vinco superior da fita como marca; parti-lo em dois;
d)dar conta da metade maior, a de baixo;
e)dar conta da metade de cima.
f) Tentar não comer outro logo a seguir.

 
At 12:53 da tarde, Blogger etanol said...

Não consigo comer bolos de arroz, a banda gástrico não deixa - a massa faz um efeito de rolha na entrada do estomago, tapa, fico aflita e depois vomito.
Maria João

 
At 1:22 da tarde, Blogger hmbf said...

Três comentários excelentes. Um nostálgico, outro voluptuoso e, por fim, um cruel. Todos os poemas deviam ser assim: nostálgicos, voluptuosos e cruéis. Os bolos de arroz são assim, poéticos.

 
At 1:55 da manhã, Anonymous Anónimo said...

Tão lindo! Eu tenho esse livro e ofereci-o a um amigo meu no último Natal sem saber da importância que o livro tinha para ele. Quando o desembrulhou abraçou-me como se buscasse aquele livro já houvesse mais que 30 vidas, e ele acredita mesmo que as há.

 

Enviar um comentário

Links to this post:

Criar uma hiperligação

<< Home