27.9.07

OK, TUDO BEM, MAS…

Por que motivo é mais importante escutar o que Pedro Santana Lopes tem para dizer sobre o PPD-PSD do que ver José Mourinho chegar a Portugal?
Adenda: Nada de anormal nesta situação. Santana esteve bem em não continuar (seria fastidioso ouvi-lo), a jornalista esteve bem em interrompê-lo (é sempre de bom senso interromper Santana). Como é óbvio, repetindo o que vou lendo por aí, que outros lhe sigam o exemplo. Não quero ser muito ambicioso, mas era mesmo fixe que muitos, quase todos, lhe seguissem o exemplo.

11 Comments:

At 11:47 da manhã, Blogger manuel a. domingos said...

aquilo que me contaram foi que interromperam o homem. o homem tinha sido convidado para comentar. foi interrompido para a chegada do mourinho. não gostou. eu também não gostava. não gosto do homem. mas aquilo não se faz.

 
At 11:48 da manhã, Blogger hmbf said...

interromper santana é um gesto de bom senso

 
At 11:49 da manhã, Blogger manuel a. domingos said...

ehehehehehehehehehehe

 
At 11:53 da manhã, Blogger hmbf said...

:)

 
At 3:24 da tarde, Blogger paulo said...

Como é óbvio, o seu espirituoso post falha o essencial. Uma televisão convida um homem a comentar um assunto. A meio da conversa interrompe-o com uma notícia de tablóide. De uma assentada demonstra o pouco interesse que tem pelo homem, pelos que o ouvem, pelo que ele possa dizer, pelo assunto e por si própria. Confirma que é uma televisão mentirosa pois afirma que é de notícias mas não é: é de show-biz. Confirma que é uma televisão indigna pois exige que os seus convidados aceitem sujeitar-se quando lá entram. Tanto lhe faz política como desporto. De facto, para ela, tudo é igual a tudo e o contrário. O que importa é o “mercado”. Em face disto, a “informação” que veicula só pode ser inquinada, martelada como vinho falso, que faz mal ao fígado e à cabeça. É uma mistificadora, uma confusão enorme para quem a levar a sério.
De resto, interromper Santana Lopes ou outro, é indiferente. A televisão é que escolhe quem quer ignorar.
Porém, um ser humano tem muitas dimensões. Não é só o preconceito com que o apreciam.

 
At 4:09 da tarde, Anonymous hmbf said...

Não sei o que a SIC Notícias é, pois há muito que não vejo. E o Paulo?

 
At 4:11 da tarde, Anonymous Sissi said...

Quem diria que um dia eu iria louvar a sensatez de Santana Lopes?
Fez muito bem!

 
At 5:14 da tarde, Blogger paulo said...

Importa pouco se vejo ou não vejo. Evidentemente vejo. Importa mais que o meu preconceito contra alguém não me dificulte o juízo sobre a sua circunstância.

 
At 5:35 da tarde, Anonymous hmbf said...

Nesse caso, o Paulo vê «uma televisão mentirosa», «de show-biz», «uma televisão indigna», «mistificadora». Parabéns. Eu não vejo.

 
At 6:01 da tarde, Blogger paulo said...

Senão não poderia adjectivá-la. De resto é apenas um comentário. Um pouco moralista, evidentemente dispensável. É uma seca o quanto se vive á superfície de nada.

 
At 11:39 da tarde, Anonymous hmbf said...

Paulo, você está a fazer um juízo de valor errado. Parte do princípio que eu tenho um preconceito relativamente a PSL. Falso. Tenho um conceito. Sei bem o que o réptil gasta. Mas você não entendeu, ao contrário de outros comentadores, até pelo post abaixo, que louvo a atitude de PSL. Mas há algo mais para lá do gesto de Santana, que quem me dera não fosse um gesto isolado, e esse algo mais é o que me importa: haver tanta gente a ver uma estação dirigida, acho que é assim, por um tal de Costa. Depois chamem condicionada à informação do Estado. Toda a informação nos media portugueses, nomeadamente nas televisões, toda, sem excepção, está não apenas fortemente condicionada pelos interesses económicos como se deixa, com a maior facilidade, manipular-se pelos mesmos. A sociedade de espectáculo em que vivemos só o é porque há quem tem a ganhar com isso: os espectadores ficam divertidos, os actores vendem o seu produto (não esquecer que PSL é, há muito, um desses actores, um dos mais bem pagos), os agentes enchem os bolsos. Eu não vejo, já dei para o peditório. Ponto final. Seja coerente consigo próprio, siga-me o exemplo.

 

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