Neil Young foi sempre o meu "guitar hero" ("Marlon Brando, Pocahontas and me"). O Dylan nunca conseguiria, já na soleira dos sessenta anos, compor um álbum como o "Sleeps with Angels" (1995, salvo erro), ou o "Mirror Ball", com os Pearl Jam a servirem de banda de suporte, conceito depois copiado pelo Palma´s Gang em terras lusitas - seria demasiada areia para a sua camioneta. Mr. Bob é um músico e letrista interessante, mas não se soube reeinventar constantemente como o soube Neil Young secundado pelos seus Crazy Horse. Outra: o assombro de ousadia, beleza, desolação, onirismo e experimentalismo que é a O.S.T. composta por Mr.Neil para o "Dead Man" do Jim Jarmush, aí há uns 7 ou 8 anos. Agora ouça-se o recente "Modern Times" do segundo Judas mais famoso se sempre e tirem-se conclusões (de moderno, ali, não há nada; e como ironia, também não funciona). Ainda assim, o documentário do Scorcese é altamente recomendável.
3 Comments:
a biografia (autorizada) do Neil Young é definitivamente mais interessante que a do Bob Dylan
Mas de longe :)
Rust Never sleeps!
Neil Young foi sempre o meu "guitar hero"
("Marlon Brando, Pocahontas and me"). O Dylan nunca conseguiria, já na soleira dos sessenta anos, compor um álbum como o "Sleeps with Angels" (1995, salvo erro), ou o "Mirror Ball", com os Pearl Jam a servirem de banda de suporte, conceito depois copiado pelo Palma´s Gang em terras lusitas - seria demasiada areia para a sua camioneta. Mr. Bob é um músico e letrista interessante, mas não se soube reeinventar constantemente como o soube Neil Young secundado pelos seus Crazy Horse. Outra: o assombro de ousadia, beleza, desolação, onirismo e experimentalismo que é a O.S.T. composta por Mr.Neil para o "Dead Man" do Jim Jarmush, aí há uns 7 ou 8 anos. Agora ouça-se o recente "Modern Times" do segundo Judas mais famoso se sempre e tirem-se conclusões (de moderno, ali, não há nada; e como ironia, também não funciona). Ainda assim, o documentário do Scorcese é altamente recomendável.
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