9.5.07

UM HOMEM VISCERALMENTE DE ESQUERDA

«Esta morte anunciada [a do suplemento 6.ª] (mesmo se apenas em surdina) inspira-me muitos sentimentos, alguns não confessáveis no espaço público». »»»

Não especulo sobre quais sejam esses sentimentos, mas era bom que não impedissem um debate sério, no espaço público, sobre o fim de mais um suplemento cultural na imprensa escrita do país em que vivemos. Sobretudo um debate com quem de direito, ou seja, aqueles que mais parecem querer furtar-se a esse debate. Pena que assim seja, confessa no espaço público um mero leitor, pois tal debate é cada vez mais urgente, sob pena de, a não ser realizado, a cultura passar a ser um mero rodapé da intrujice e da intriga que contamina os media portugueses.

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