23.5.08

A DESCOBRIR



No P2 de hoje fala-se de Annemarie Schwarzenbach, autora de Novela Lírica (publicada, em Portugal, pela Granito e não pela Civilização como vem no artigo). Nasceu em Zurique, a 23 de Maio de 1908, estudou na Sorbonne, esteve ligada a um movimento socialista, era lésbica, viciada em morfina, dependente do álcool, foi várias vezes internada na sequência de crises de loucura e de violência, opôs-se ao nazismo, viajou imenso, morreu a 15 de Novembro de 1942 com apenas 34 anos. Como poderão ler aqui, «em vida publicou dois romances, uma novela, três livros de viagem e mais de 300 reportagens e textos de viagem em jornais suíços».

E já que estamos com a mão na imprensa, cabe dizer que o mais recente JL dedica praticamente uma página a Caravana e, mais à frente, oferece uma pequena coluna onde metade do texto é dedicado às edições da OVNI, com destaque para o recente O Espelho Atormentado, e a outra metade às edições da Angelus Novus. Começam a surgir na imprensa portuguesa termos como micronarrativa e microcontos. Isso é positivo.

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