21.12.07

A FESTA FOI PORREIRA, PÁ

O Rui, o impagável Rui, apareceu com presentes no bolso. A Maria João também esteve por lá, nunca falta. E a Sara com o Rodrigo (ou o Rodrigo com a Sara), mais um montão de gente que eu não conhecia de lado algum ou só conhecia de vista. Também estou convencido de ter avistado por lá um fauno, mas não estou seguro de que os faunos usem carapuços. O DJ era impecável. Como prometido, havia morangos com açúcar… numa bandeja. O Sorrentino apareceu em vídeo a falar sobre Machado de Assis. Eu fui literalmente aterrado numa cadeira onde palestrei sobre o que quis, nomeadamente sobre os efeitos da construção em altura num homem vulgar que escreve livros. Assistimos, também, à leitura de um conto do Fernando Sorrentino. Havia uma instalação, uma estante com capas de livros e tesouras (inteligente associação), uma cadeira rodeada de terra, por aí. As minhas estórias andavam espalhadas pelos corredores. Só faltou o João Camilo (o livro do Machado está impecável!). Em corpo, já que em palavra escrita andava por lá. Parabéns pela festa. Foi porreira, .

6 Comments:

At 12:44 da tarde, Blogger manuel a. domingos said...

ainda bem, pá!

 
At 1:20 da tarde, Blogger hmbf said...

pá, boas festas, pá.

 
At 7:00 da tarde, Blogger Alvaro said...

A festa foi porreira pá, porque a malta se aplicou a fundo. Um grande bem agem a todos.

PS: Esse Rui Almeida, pá, bem me parecia que a cara não me era estranha. Há quanto tempo é que ele vive em Queijas? Eu morei lá praticamente durante 25 anos. Devemos ter-nos cruzado algures.

PS2: Já me ia esquecendo – o povo anseia por mais.

 
At 7:16 da tarde, Blogger etanol said...

foi bonita festa, pá
fiquei contente
ainda guardo renitente
um velho cravo para mim!
:)
Maria João

 
At 12:12 da manhã, Blogger hmbf said...

Venham elas.

 
At 3:56 da tarde, Blogger Alvaro said...

Prepare-se a trupe que vamos estrear 2008 bem cedinho. Lá para os lados de Vila Franca, à beira Tejo, passaremos pelo lounge da Inestética – cuja colaboração na Fábrica foi inestimável. Depois faremos uma subida ao Bairro Alto, aonde levaremos o Edson. Isto para Janeiro e Fevereiro, dizem-me. Dois mil e oito promete ser festivo, para contrabalançar esta crise que não nos larga um minuto.

 

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