14.3.09

DIA 73

Acordamos mortos num dia caloroso de quentinho e pensamos: é um alívio. Mais sério que isto, ser simplesmente o riso da poeira a assentar enquanto algures um homem de pescoço apertado pelo nó da gravata agradece a si próprio a existência que não está nas suas mãos. Reagir ao empolamento e à importanticidade sumamente ridícula, dizia O’Neill. Não serei eu a fazer-lhe a barba.

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