7.12.06

IVG #19

Em 1998 não votei. Afirmo-o de livre consciência e sem que me haja envergonhado pela opção tomada ao ceder ao letargo do tempo previamente planeado para o ócio dominical, que me impediu a deslocação à assembleia de voto. Naquela altura, votaria “sim” e talvez a certeza de uma não certeza, por manifesta falta de reflexão, haja contribuído para a preguiça em detrimento do cumprimento do tal dever cívico. Desta feita irei votar e votarei SIM!
André Moura e Cunha, In Absentia.

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1 Comments:

At 8:31 da tarde, Blogger Vida Involuntária said...

Que interesses,clandestinamente bem esacondidos e "assépticos" ou atavismos anacrónicos de poderes imobilistas, fazem com que Portugal seja dos últimos países da Europa civilizada a aderir a uma despenalização que só melhora práticas insalubres, sofrimentos injustos, não condicionando os não aderentes a adoptá-la?

Inês Lourenço

 

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